Segundo o prefeito, represa é clandestina e dono de terreno será notificado.
Prefeitura e bombeiros dizem que situação está controlada.
Cinquenta famílias que vivem no bairro Capuba, na região de Jacaraípe, na Serra, Grande Vitória, precisaram sair de suas casas neste domingo (22), por conta da ameaça de rompimento de uma barragem, que fica dentro de uma propriedade particular. De acordo com a prefeitura, a situação foi controlada no mesmo dia, mas a retirada de pessoas foi necessária por questões de segurança. O prefeito Audifax Barcelos disse que o proprietário do terreno será notificado, pois a represa foi construída de forma irregular.Por conta da forte chuva que atinge o estado, o nível de água da lagoa subiu e deixou os moradores em alerta. Eles contaram que há 20 anos não existia a lagoa, apenas um córrego, mas a barragem foi construída. A barragem que separava a água do acesso ao bairro tinha, aproximadamente, seis metros, mas com o tempo ela passou a ter apenas dois. Os moradores contaram que, até então, não sabia do perigo.chuva na serra
A represa fica em um terreno particular, que pertence a uma empresa que exporta pedras de granito. Para amenizar a situação, a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) começou a drenar a lagoa e direcionar o volume para um canal que desagua no mar. De acordo com o coronel Edmilton, comandante do Corpo de Bombeiros, foi feito um escoamento chamado vertedouro, para abaixar o nível da represa."A água chegou a passar por cima da barragem, ultrapassando a área de segurança e fazendo essa barragem mais frágil. Mas graças a esse vertedouro, estamos diminuindo a quantidade de água, para que o nível abaixe e faça menos pressão para um possível rompimento", disse o coronel.De acordo com o prefeito Audifax Barcelos, que foi até o local neste domingo para verificar a situação, a represa está irregular e foi construída de forma clandestina. "O acesso a esse lugar é muito difícil, complicado, posso dizer que esse local foi construído de maneira clandestina. Começamos a retirar as pessoas do bairro, por precaução, e estamos com vários abrigos espalhados pela cidade, só em Jacaraípe temos sete", afirmou.
Cinquenta famílias que vivem no bairro Capuba, na região de Jacaraípe, na Serra, Grande Vitória, precisaram sair de suas casas neste domingo (22), por conta da ameaça de rompimento de uma barragem, que fica dentro de uma propriedade particular. De acordo com a prefeitura, a situação foi controlada no mesmo dia, mas a retirada de pessoas foi necessária por questões de segurança. O prefeito Audifax Barcelos disse que o proprietário do terreno será notificado, pois a represa foi construída de forma irregular.
Por conta da forte chuva que atinge o estado, o nível de água da lagoa subiu e deixou os moradores em alerta. Eles contaram que há 20 anos não existia a lagoa, apenas um córrego, mas a barragem foi construída. A barragem que separava a água do acesso ao bairro tinha, aproximadamente, seis metros, mas com o tempo ela passou a ter apenas dois. Os moradores contaram que, até então, não sabia do perigo.
chuva na serra
A represa fica em um terreno particular, que pertence a uma empresa que exporta pedras de granito. Para amenizar a situação, a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) começou a drenar a lagoa e direcionar o volume para um canal que desagua no mar. De acordo com o coronel Edmilton, comandante do Corpo de Bombeiros, foi feito um escoamento chamado vertedouro, para abaixar o nível da represa.
"A água chegou a passar por cima da barragem, ultrapassando a área de segurança e fazendo essa barragem mais frágil. Mas graças a esse vertedouro, estamos diminuindo a quantidade de água, para que o nível abaixe e faça menos pressão para um possível rompimento", disse o coronel.
De acordo com o prefeito Audifax Barcelos, que foi até o local neste domingo para verificar a situação, a represa está irregular e foi construída de forma clandestina. "O acesso a esse lugar é muito difícil, complicado, posso dizer que esse local foi construído de maneira clandestina. Começamos a retirar as pessoas do bairro, por precaução, e estamos com vários abrigos espalhados pela cidade, só em Jacaraípe temos sete", afirmou.
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