Monday, December 23, 2013

Em busca da recuperação da popularidade Dilma diz o seguinte:



Dilma diz que Estado precisa responder vozes dos que foram às ruas


23 Dez (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira, em mensagem de fim de ano aos servidores públicos, que o Estado brasileiro precisa oferecer serviços de qualidade para responder às cobranças dos manifestantes que foram às ruas de diversas cidades do país em 2013, principalmente no mês de junho.
"As vozes dos que foram às ruas querem melhores serviços públicos, mais médicos, mais educação, mais transporte de qualidade, mais segurança", disse Dilma em mensagem no Twitter.
"Cabe a todos nós, servidores públicos, responder essas vozes. O Estado brasileiro precisa oferecer serviços públicos de qualidade para todos, promovendo inclusão social e cidadania", acrescentou a presidente, que disse estar dirigindo-se aos servidores depois de um ano de "trabalho árduo e também de muitas conquistas".
Em junho deste ano, milhares de manifestantes tomaram as ruas de diversas cidades do país para protestar contra a má qualidade dos serviços públicos, a corrupção e até os gastos com a organização da Copa do Mundo de 2014.
As manifestações, que em um único dia levaram mais de 1 milhão de pessoas às ruas, aconteceram durante a realização da Copa das Confederações, pegando de surpresa o governo e a Fifa num evento-teste para o Mundial do ano que vem.
Em resposta aos protestos, a presidente lançou cinco pactos nacionais em prol do combate à corrupção e melhoria dos serviços públicos de transportes, saúde e educação, além da responsabilidade fiscal.
Desde então, a presidente tem viajado o país para anunciar obras de mobilidade urbana e fez dos investimentos em educação dos recursos provenientes da exploração do petróleo na camada do pré-sal tema constante de seus discursos. O programa Mais Médicos também tornou-se uma vitrine para o governo.
É com esta estratégia de marketing que a Dilma vem conseguindo recuperar o seu prestigio diante da sociedade.
Ela faz exatamente o oposto do Cabral, que insiste no enfrentamento aos cariocas a tudo custo.
Talvez ela tenha sido instruída pelo seu chefe maior e padrinho político a se comportar espertamente de formas  a não fazer o enfrentamento social, pois isso acabaria sendo a prática de um suicídio político e encerraria a sua carreira de forma precoce.

O Eduardo Campos já se mostra coma uma alternativa mais viável do que o Aécio Neves, mas ambos reunidos como se encontram pode no transcorrer da campanha do ano que vem surpreender e começarem a crescer nas pesquisas.

É por isso que a Dilma vem refinando o seu discurso de modos a não parecer que esteja se confrontando com a sociedade. E isso é uma estratégia de marketing.
Esta é a minha opinião!


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