Islamitas podem recorrer da decisão.
Protestos pedem que Mohamed Morsi seja reconduzido ao poder.
A justiça do Egito condenou nesta segunda-feira (30) a dois anos de prisão 139 partidários do presidente islâmico Mohamed Morsi, destituído pelo exército, segundo a agência oficial Mena.
Além da pena de prisão, o tribunal determinou que cada um deverá pagar 5.000 libras egípcias (520 euros) de fiança para recorrer em liberdade.Os islamitas, que podem recorrer da decisão, são acusados de envolvimento nos episódios de violência à margem de manifestações em 15 de julho no Cairo.Desde que os militares destituíram e prenderam em 3 de julho Morsi, seus partidários manifestam diariamente para exigir o retorno ao poder do primeiro presidente democraticamente eleito do país.Os protestos têm sido violentamente reprimidos.Esta implacável repressão pelo regime causou a morte de mais de 1.000 pessoas, em sua maioria islamitas, e a prisão de milhares, incluindo a quase totalidade dos líderes da Irmandade Muçulmana, à qual pertence Mursi.Desde a revolta de 2011, que derrubou o presidente Hosni Mubarak, a confraria venceu todas as eleições realizadas no Egito.Mas a novas autoridades do país, dirigido de fato pelo exército, declarou a Irmandade como uma 'organização terrorista', após um atentado contra a polícia que matou 15 pessoas reivindicado por jihadistas sem ligação com a confraria.Desde então, centenas de milhares de membros da Irmandade Muçulmana correm o risco de serem condenados a até cinco anos de prisão caso participem de protestos ou sejam flagrados em posse de escritos ou registros da confraria.Além disso, seus líderes podem ser condenado à prisão perpétua
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A justiça do Egito condenou nesta segunda-feira (30) a dois anos de prisão 139 partidários do presidente islâmico Mohamed Morsi, destituído pelo exército, segundo a agência oficial Mena.
Além da pena de prisão, o tribunal determinou que cada um deverá pagar 5.000 libras egípcias (520 euros) de fiança para recorrer em liberdade.Os islamitas, que podem recorrer da decisão, são acusados de envolvimento nos episódios de violência à margem de manifestações em 15 de julho no Cairo.
Desde que os militares destituíram e prenderam em 3 de julho Morsi, seus partidários manifestam diariamente para exigir o retorno ao poder do primeiro presidente democraticamente eleito do país.
Os protestos têm sido violentamente reprimidos.
Esta implacável repressão pelo regime causou a morte de mais de 1.000 pessoas, em sua maioria islamitas, e a prisão de milhares, incluindo a quase totalidade dos líderes da Irmandade Muçulmana, à qual pertence Mursi.
Desde a revolta de 2011, que derrubou o presidente Hosni Mubarak, a confraria venceu todas as eleições realizadas no Egito.
Mas a novas autoridades do país, dirigido de fato pelo exército, declarou a Irmandade como uma 'organização terrorista', após um atentado contra a polícia que matou 15 pessoas reivindicado por jihadistas sem ligação com a confraria.
Desde então, centenas de milhares de membros da Irmandade Muçulmana correm o risco de serem condenados a até cinco anos de prisão caso participem de protestos ou sejam flagrados em posse de escritos ou registros da confraria.
Além disso, seus líderes podem ser condenado à prisão perpétua
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