Pelo menos sete pessoas morreram nas últimas 48 horas em distintos pontos da Argentina em meio a uma onda de saques derivados de uma greve policial em diversas províncias. Os oficiais pedem um reajuste salarial e melhores condições de trabalho.
Quatro vítimas foram registradas em Chaco, na fronteira com o Paraguai. A região era governada até há poucas semanas pelo atual chefe de Gabinete, Jorge Capitanich.
As demais mortes aconteceram em Jujuy, no norte do país, em Tucumán, no noroeste, e o restante em Entre Ríos, na fronteira com o Uruguai, segundo balanço provisório difundido pelos jornais "Clarín" e "La Nación".
Fontes oficiais informaram que os saques foram promovidos por grupos organizados com o objetivo de desestabilizar o governo, que hoje completa 30 anos de redemocratização.
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