Clube pode ser rebaixado para a Série B do Brasileirão por escalar jogador irregular
Arriscada a ser rebaixada para a Série B por supostamente ter escalado o meia Héverton de maneira irregular, a Portuguesa alega em sua defesa que o advogado do clube , Osvaldo Sestário, havia informado que o jogador havia pego apenas um jogo de suspensão.
A argumentação não alivia a situação do clube, que pode perder quatro pontos no Campeonato Brasileiro. Quem diz isso é o procurador-geral do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), Paulo Schmidt.
- Agora vão aparecer milhões de desculpas. O clube foi notificado e julgado. Cabia ao advogado informar corretamente a decisão do STJD à parte interessada.
A argumentação não alivia a situação do clube, que pode perder quatro pontos no Campeonato Brasileiro. Quem diz isso é o procurador-geral do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), Paulo Schmidt.
- Agora vão aparecer milhões de desculpas. O clube foi notificado e julgado. Cabia ao advogado informar corretamente a decisão do STJD à parte interessada.
Por escalação irregular, Portuguesa pode ser rebaixada no Brasileirão e salvar Flu
Advogado que pode ajudar o Flu mudou Copa do Brasil e tentou evitar rebaixamento na Série C
Outro argumento usado pela Portuguesa e repelido por Schmidt é de que o clube não foi notificado oficialmente pelo tribunal sobre a suspensão. O resultado do julgamento só foi publicado na segunda-feira (9), um dia após Heverton ter entrado em campo de maneira supostamente irregular no empate contra o Grêmio.
— A partir do momento que o clube tinha um representante no tribunal, ele era o responsável por comunicar a Portuguesa do julgamento.
Expulso contra o Bahia, no dia 24 de novembro, Hevérton foi suspenso por dois jogos e teria que cumprir a última parte da pena contra o Grêmio, mas entrou em campo aos 32min do segundo tempo.
Se for condenado, o clube paulista pode perder quatro pontos e ser rebaixado para a Série B. A equipe iria para 44 pontos e salvaria o Fluminense, que fechou a competição com 46.
Defesa terceirizada complica a Portuguesa
Responsável por defender a Portuguesa no julgamento de Héverton, o advogado Osvaldo Sestário não trabalha diretamente com a Portuguesa. Ele é vinculado à empresa Soccer Midia, que presta serviços de assessoria jurídica para o clube paulista.
Diretor da Soccer Midia, João Cláudio de Luca disse ao R7 que Sestário estava em São Paulo e não daria declarações sobre o assunto antes de falar com a Portuguesa.
Em setembro, o site da revista Veja publicou que Sestário era contratado por alguns clubes para defendê-los no STJD com honorários pagos pela CBF. A entidade negou.
Procurado pelo R7 para falar sobre o julgamento, o presidente eleito da Portuguesa, Ilídio Lico, não atendeu às ligações.
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Outro argumento usado pela Portuguesa e repelido por Schmidt é de que o clube não foi notificado oficialmente pelo tribunal sobre a suspensão. O resultado do julgamento só foi publicado na segunda-feira (9), um dia após Heverton ter entrado em campo de maneira supostamente irregular no empate contra o Grêmio.
— A partir do momento que o clube tinha um representante no tribunal, ele era o responsável por comunicar a Portuguesa do julgamento.
Expulso contra o Bahia, no dia 24 de novembro, Hevérton foi suspenso por dois jogos e teria que cumprir a última parte da pena contra o Grêmio, mas entrou em campo aos 32min do segundo tempo.
Se for condenado, o clube paulista pode perder quatro pontos e ser rebaixado para a Série B. A equipe iria para 44 pontos e salvaria o Fluminense, que fechou a competição com 46.
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Responsável por defender a Portuguesa no julgamento de Héverton, o advogado Osvaldo Sestário não trabalha diretamente com a Portuguesa. Ele é vinculado à empresa Soccer Midia, que presta serviços de assessoria jurídica para o clube paulista.
Diretor da Soccer Midia, João Cláudio de Luca disse ao R7 que Sestário estava em São Paulo e não daria declarações sobre o assunto antes de falar com a Portuguesa.
Em setembro, o site da revista Veja publicou que Sestário era contratado por alguns clubes para defendê-los no STJD com honorários pagos pela CBF. A entidade negou.
Procurado pelo R7 para falar sobre o julgamento, o presidente eleito da Portuguesa, Ilídio Lico, não atendeu às ligações.
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